RELATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DA ESTRUTURA
Conforme a Resolução 3.380, emitida pelo Banco Central do Brasil – BACEN, em 29 de Junho de 2006, o risco operacional é definido
como a probabilidade de perdas decorrentes de falhas humanas, de processos, de sistemas e de eventos externos,
incluindo o risco legal associado a estas falhas.
Dadas as circunstâncias inerentes às melhores práticas do Mercado Financeiro evidenciadas no Acordo da Basiléia II,
bem como na Resolução 3.380, com a finalidade de gerir e mitigar o risco operacional o BANCO A.J. RENNER estabeleceu um
conjunto de diretrizes e definiu a seguinte estrutura de gestão do risco operacional:
- Gerência de Controle de Riscos
- Em julho de 2004, foi criado o Departamento de Controle de Riscos do BANCO A.J. RENNER. Em 2007 foi transformado
em Gerência de Controle de Riscos, tendo entre seus objetivos identificar, gerenciar e acompanhar riscos operacionais da organização,
a fim de dar suporte ao alcance dos objetivos da organização e dos processos.
Para desenvolvimento das atividades desta área, foram desenvolvidas as seguintes metodologias e ferramentas:
- Identificação do Risco
- Após a definição dos objetivos dos processos e fatores críticos de sucesso, foram identificados os riscos aos
quais os processos estão expostos e os controles existentes para mitigá-los. Para tal identificação, utilizou-se como
técnica entrevistas com gestores de áreas e processos.
- Avaliação de Controles e Riscos
- Para avaliar os sistemas de controles utiliza-se a técnica de exame, através da obtenção de evidências de que o
controle foi efetuado ou da realização do controle em conjunto com o responsável pelo processo. Tal metodologia permite:
- Analisar os processos;
- Identificar riscos relacionados aos processos;
- Identificar a probabilidade de ocorrência e o grau de impacto dos riscos, de maneira qualitativa; e
- Identificar os controles
- Sistema de Monitoramento de Processos e Riscos
- Sempre que a área de Gestão e Controle de Riscos julgar necessário, deverão ser implementadas ações corretivas
com base nas avaliações de riscos, nos resultados de indicadores de níveis de risco e nos incidentes reportados.
- Para redução destes indicadores de níveis de risco e dos incidentes reportados, são elaborados “Planos de Ação”, para
os quais são designados os responsáveis, o prazo de realização e o posterior monitoramento.
- Reporte e Base de Dados de Perdas Associadas ao Risco Operacional
- A manutenção de uma base de dados de perdas associadas ao risco operacional está entre as determinações da
Resolução 3.380 - BACEN, de 29 de junho de 2006.
- Com o objetivo de atender as diferentes áreas e processos do banco, todo funcionário, diante da identificação
de incidentes ou ocorrências relacionadas a Risco Operacional, deverá reportá-los através de formulário específico para
a área Gerenciamento de Risco Operacional.
- Após o recebimento do reporte de ocorrência de perda é de responsabilidade da área de Gestão e Controle de Riscos
registrá-lo adequadamente. Tal registro na Planilha de perdas decorrentes do Risco Operacional.
- Responsabilidades
- A Diretoria tem como responsabilidades:
- Estimular a disseminação da cultura de gestão de riscos na instituição;
- Aprovar e revisar anualmente a política de Gerenciamento de Risco Operacional;
- Aprovar o Relatório Anual de Controles e Riscos Operacionais.
A Diretoria da instituição considera a Gestão do Risco Operacional necessária e relevante, responsabilizando-se pela
adequação e veracidade das informações aqui prestadas.
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