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Novidades Renner

Brasil supera 3 milhões de carros vendidos

06/01/2010

Apesar dos reflexos da crise, 2009 foi o melhor ano da indústria nacional.

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgou nesta terça-feira (5) uma boa notícia para os brasileiros: o mercado nacional rompeu a barreira das 3 milhões de unidades comercializadas e fechou 2009 com, precisamente, 3.009.482 automóveis e comerciais leves novos nas ruas brasileiras. Em relação ao contabilizado em 2008, quando 2.671.338 unidades deixaram as concessionárias, o aumento verificado foi de 12,66%. Porém, se acrescentarmos o volume de caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários, 2009 somou 4.843.030 veículos novos vendidos, queda de 0,13% em relação à 2008, que fechou com 4.849.497 unidades.

Os carros bicombustível praticamente já dominam o mercado e fecharam o ano passado com participação de 87,99% do total comercializado. Se levarmos em conta o número de automóveis e comerciais leves, a Fiat foi a líder entre as fabricantes com uma fatia de 24,49%. Na sequência encontram-se a Volkswagen (22,74%), GM (19,79%) e Ford (10,10%). Na análise isolada, a líder em vendas somente de automóveis foi a Volkswagen, com 25,26% do setor, seguida da Fiat (24,99%), GM (20,26%) e Ford (9,48%). Já quando observamos somente o ranking de comerciais leves, a Fiat, GM e Ford, respectivamente amparadas pela Strada, Montana e o EcoSport, foram as líderes com participação de 22,13%, 17,58% e 13,01%. Nesse setor, a Volkswagen figura na quarta posição com 10,98% do mercado.

O Volkswagen Gol manteve a tradição e foi o mais vendido em dezembro de 2009 com 26.069 unidades, seguido pelo Fiat Palio (16.958), Fiat Uno (13.503) e Fiat Siena (11.783).

Notícia extraída: http://carroonline.terra.com.br/ Texto: César Tizo

Banco Renner expande suas operações.

23/10/2009

O Banco Renner anunciou hoje (sexta-feira, dia 23 de outubro) acordo operacional com o Grupo Record. Através desta parceria, o Banco Renner terá possibilidade de expandir suas operações para todo Brasil, formatando novos produtos financeiros para atender as 5 mil empresas, clientes e fornecedores de seu novo parceiro, bem como produtos financeiros para atender os mais de 10 mil funcionários de rede.

Com o perfil atual centrado no financiamento de veículos, o Banco Renner pretende expandir produtos como capital de giro, desconto de duplicatas e crédito consignado, que hoje representam 10% da carteira de financiamentos, bem como expandir o principal produto do portfólio da empresa o financiamento de véiculos para as demais regiões do país.

Crédito cresce com reação da economia

30/09/2009

Motivada pela retomada da atividade econômica, a evolução positiva dos indicadores do mercado de trabalho e a melhora das expectativas de empresários e consumidores, a oferta de crédito bancário na economia brasileira voltou a crescer. Em agosto, a expansão foi de 1,5% em relação a julho, totalizando R$ 1,327 trilhão, o equivalente a 45,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo dados do Banco Central (BC) divulgados ontem, no período de 12 meses concluído em agosto, o aumento da oferta de crédito foi de 19,5%.

O aumento na oferta de crédito contribuiu para valorizar ontem as ações dos bancos no Ibovespa.

O incremento do crédito continua sendo liderado pelas operações com recursos direcionados. No mês passado, elas chegaram a R$ 417,8 bilhões, um aumento de 2,5% na comparação com julho. Em um ano, cresceram 33,9%, puxadas pelos empréstimos do BNDES, que respondem por 60,45% do crédito direcionado. Os financiamentos habitacionais e rurais também estão crescendo de forma acelerada - em agosto, aumentaram, respectivamente, 3,9% e 2,5%.

No caso das operações com recursos livres, que respondem por 68,5% do total do sistema financeiro, a expansão do crédito foi menor - de apenas 1,1% (13,9% em doze meses). O volume de crédito chegou a R$ 908,9 bilhões em agosto. Nessa modalidade, são os empréstimos às pessoas físicas os que mais têm avançado - 1,4%, face a 0,7% das pessoas jurídicas.

Há duas explicações possíveis para essa diferença. A primeira é que, com o avanço do crédito direcionado, que opera com juros subsidiados (bem abaixo da média cobrada pelo mercado), a importância relativa dos empréstimos com recursos livres, mais caros, é menor. Outra explicação é que, mesmo diante da percepção de que o Brasil já saiu da crise financeira internacional, muitos empresários ainda estão receosos em contratar novos investimentos.

No caso das operações de empréstimo a pessoas físicas, o destaque continua sendo o crédito consignado, cujas as taxas de juros são menores. De janeiro a agosto, essa forma de crédito, em que o empréstimo tem como garantia o salário do tomador, cresceu 24,2%. No caso das pessoas jurídicas, o crescimento foi determinado, segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, pelas operações de capital de giro, que aumentaram 3% em agosto.

Os bancos públicos, como vem ocorrendo desde o início do ano, seguem tomando mercado das instituições privadas, de acordo com as informações divulgadas pelo BC. Os números mostram que, em agosto, os bancos estatais aumentaram de 40,1% para 40,4% a sua participação na carteira de empréstimos do sistema financeiro. Dessa forma, praticamente empataram com os bancos privados nacionais, que existem em maior número e detêm 40,7% do total - as instituições estrangeiras, por sua vez, possuem 18,9%.

A grande novidade nos números divulgados ontem pelo BC foi a queda verificada nos juros do cheque especial - de 167,3% em julho para 161% ao ano em agosto. Trata-se do menor valor desde junho do ano passado, quando estava em 159,1% ao ano - nos meses seguintes, por causa da crise internacional, eles haviam subido de forma acentuada. A taxa de juro média do crédito pessoal recuou de 44,8% para 44,3% ao ano, a menor taxa desde 1994. Já a taxa média cobrada de pessoa física caiu de 43,3% para 42,5% ao ano, o menor percentual desde dezembro de 2007.

Numa prova de que o setor financeiro está voltando à normalidade depois dos primeiros meses de estresse da crise mundial, a taxa de juros média da economia brasileira caiu, em agosto, pelo 9º mês consecutivo - de 36% para 35,4%. Os spreads bancários também estão recuando - de 26,8 para 26,3 pontos percentuais entre julho e agosto. A taxa é ainda, porém, maior que a registrada em setembro de 2008 (mês em que a crise mundial se agravou), quando estava em 26,4 pontos. No caso das pessoas físicas, o spread médio, em agosto, chegou a 34,3 pontos percentuais. No caso das empresas, foi de 17,8 pontos percentuais.

Texto extraído: www.valoronline.com.br por Cristiano Romero, de Brasília, 30/09/2009.

Frota brasileira de carros é 56% financiada.

12/08/2009

A frota nacional de automóveis e comerciais leves em circulação com até 15 anos de vida é estimada em 24,4 milhões de unidades, sendo que 56% do total possui financiamento ativo. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (10) pela (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras). Segundo a entidade, o volume equivale a cerca de 14 milhões de consumidores, destes 38,6% têm alienação fiduciária gerada por operações de CDC (Crédito Direto ao Consumidor) ou Consórcio; 14,4% possuem arrendamento mercantil (leasing) e 3% contam com algum outro tipo de financiamento (penhor mercantil, reserva de domínio etc).

Fonte: globo.com.br



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